Sardela Italiana
Sardela é o antepasto típico das cantinas italianas. O termo sardella, em italiano, significa sardinha.
Aliche é um peixe dos mares europeus, portanto não o temos no Brasil. Seu processo de fabricação é o mesmo do filé de aliche fabricados em países da Europa, América do Sul e África; sendo que a diferença é o peixe utilizado, a sardinha pequena ou cavalinha, pois é o único disponível no litoral brasileiro que se assemelha à anchova, anchovita e ao aliche. Por isso, é conhecido como anchova ou aliche brasileiro.
Ingredientes
4 pimentões vermelhos grandes cortados em rodelas
10 colheres (sopa) de azeite puro
100 g de filé de aliche no óleo(ou sardinhas), escorridos e picados
3 dentes de alho socados
1 colher (sopa) de orégano
1 colher (sobremesa) rasa de pimenta calabresa seca
sal - se necessário
Modo de Fazer
Aqueça o azeite, doure o alho e refogue os pimentões por 15 minutos ou até que estejam al dente. Deixe amornar e bata no liquidificador com os demais ingredientes. Leve novamente ao fogo, mexendo de vez em quando, até obter o ponto granulado, temperado a gosto. Servir somente no dia seguinte, acompanhado de torradinhas ou pão italiano.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Meu primeiro futton!
Olá pessoal, vamos começar 2012 fazendo muitos planos, realizando muitos sonhos, alcançando objetivos.
Eu começo o ano com mais um projeto dos vários começados(rsrrssr) e ainda não terminados, mas prometo que terminarei todos que estão em andamento, são eles: terminar dois bordados em ponto cruz, terminar um crochê(ainda não sei se uma toalha de mesa ou uma cortina, rsrsrsr)
Nem são tantos, achei que fossem mais, rsrsrrsrsr.
Bom vamos falar do meu projeto atual, são almofadas, são futtons. Nunca levei jeito pra costura, queria muito saber, ter essa habilidade. mas de vez em quando me aventuro a usar a máquina de costura. Fiz um futton, e como sempre eu gostei, gosto das coisas que faço, rsrsrsrs.
Eu começo o ano com mais um projeto dos vários começados(rsrrssr) e ainda não terminados, mas prometo que terminarei todos que estão em andamento, são eles: terminar dois bordados em ponto cruz, terminar um crochê(ainda não sei se uma toalha de mesa ou uma cortina, rsrsrsr)
Nem são tantos, achei que fossem mais, rsrsrrsrsr.
Bom vamos falar do meu projeto atual, são almofadas, são futtons. Nunca levei jeito pra costura, queria muito saber, ter essa habilidade. mas de vez em quando me aventuro a usar a máquina de costura. Fiz um futton, e como sempre eu gostei, gosto das coisas que faço, rsrsrsrs.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Ceia simples mas gostosa!
Pudim de claras
fios de ovos (feitos por mim)
Mesa de Ano novo
fios de ovos (feitos por mim)
brigadeiro de colher

torta fria
Farofa de nozes
mesa de natal
domingo, 1 de janeiro de 2012
FELIZ ANO NOVO!!!
Que este novo ano seja repleto de realizações, saúde, paz, prosperidade. Meu Natal e ano novo foram bem simples, só nós aqui de casa, sem grandes comemorações. Fiz comidinhas simples mas gostosas, muita sobremesa, fiz até fios de ovos, rsrsrsr. Que comece um novo ano e que tenhamos muita saúde!!!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Estava escrito nas estrelas…
Certa noite, há muito, muito tempo atrás, numa terra bem distante, três reis
caminhavam no deserto, seguindo uma estrela.
Na verdade, eles não deviam ser reis. Reis não caminhariam no deserto.
Reis viajariam em carruagens, ou em garbosos cavalos, acompanhados por
um séquito de vassalos. E, também, orientar-se-iam por mapas descritos em
detalhes pelos escribas, em velhos pergaminhos. Nunca por estrelas!
Quem seriam esses personagens então?
Talvez fossem magos!
Mas, o que três magos fariam no meio do deserto? Se eram, de fato, magos,
não precisariam aguardar nenhuma estrela… No mínimo teriam uma varinha
encantada, ou bola de cristal a lhes indicar o caminho, ou mesmo um falcão
com olhar que tudo vê!
Ah! Esses homens, então, deviam ser Sábios. Naquele tempo antigo, apenas
os homens sábios conseguiam ler o céu e conversar com as estrelas. Sim!
Definitivamente, eles eram sábios!
E o céu contou-lhes que, por aqueles dias, nasceria uma criança. Ela seria
muito amada por ricos e pobres, homens e mulheres, jovens e velhos, e seria
conhecida no mundo inteiro como “o rei dos reis.”
E o céu contou-lhes, também, que, perto do dia de seu nascimento, uma
estrela enorme brilharia no céu para lhes indicar a senda.
Assim partiram os Sábios, de seus distantes e exóticos países, em busca da
criança e da estrela, e se encontraram pelo caminho.
Onde você acha que esse rei nascerá? perguntou Gaspar, que vinha da Índia,
e levava de presente para o pequeno, um receptáculo, cheio de precioso
incenso, como prova de sua adoração.
Em algum palácio, no deserto! ponderou Baltazar, que vinha da Arábia,
trazendo num vaso de cristal, a perfumada mirra, simbolizando a imortalidade.
Mas eu já andei tanto por aqui e nunca soube de nenhum palácio nas
redondezas… retrucou Melchior, que estava vindo desde a longínqua Pérsia,
e trazia de presente para o menino, o mais puro ouro, em homenagem à sua
realeza.
Amigos, o céu nunca nos enganou antes, então, continuemos a viagem até
que a estrela apareça e nos guie ao local secreto. Confiemos na astronomia!
finalizou Melchior.
E assim os Sábios viajaram muito tempo pelo deserto, montados em seus
dromedários. À noite, acomodavam-se sobre tapetes coloridos, debaixo do
céu estrelado, e comiam tâmaras com mel, e nozes. Quando encontravam
algum oásis, aproveitavam para deitar-se à sombra das palmeiras, desatrelar
os animais, recolher água em seus cantis e refrescar o corpo nas nascentes.
E conversavam…conversavam…cada qual se vangloriando das belezas de
seu país, e fazendo conjecturas sobre os reais pais da criança. Seriam nobres
hebreus? Seriam romanos? Finalmente, numa noite de céu sem nuvens, viram
brilhar a estrela guia. Sua luminosidade era tão intensa, que desenhava no
chão de areia uma estrada de luz.
A estrela indica Belém! exclamaram em uníssono e puseram-se em marcha.
Caminharam a noite inteira, e, já com os primeiros raios da manhã, chegaram a um estábulo.
Olharam para o céu…a estrela desaparecera.
De onde, então, vinha tanta luz?
Aproximaram-se da tosca construção, e lá, deitada numa manjedoura,
transformada em berço, estava a criança. E brilhava…e brilhava tanto, que
os magos ajoelharam-se para adorá-la. E havia vacas, cães, ovelhas e
pastores, e também um pequeno burrinho à sua volta, apaixonados por aquele
bebezinho que emitia tanta luz. E, ao seu lado, uma jovem mulher, em trajes
muito simples: uma veste branca, de linho, encimada por um manto azul, e um
homem de mais idade, apoiado num cajado, amparando-a com o braço livre.
Ninguém pediu explicações. Ninguém emitiu um único som, para não assustar
o recém nascido, que, com sorriso aberto no rosto, dormia feliz em meio às
palhas e aos panos.
Todos entenderam aquele milagre!
(Ludmila Saharovsky)
(conto publicado no Jornal O Vale, de SJCampos, em 18 de dezembro de 2011)
Desejo à todos um Feliz Natal!!!
Adriana
caminhavam no deserto, seguindo uma estrela.
Na verdade, eles não deviam ser reis. Reis não caminhariam no deserto.
Reis viajariam em carruagens, ou em garbosos cavalos, acompanhados por
um séquito de vassalos. E, também, orientar-se-iam por mapas descritos em
detalhes pelos escribas, em velhos pergaminhos. Nunca por estrelas!
Quem seriam esses personagens então?
Talvez fossem magos!
Mas, o que três magos fariam no meio do deserto? Se eram, de fato, magos,
não precisariam aguardar nenhuma estrela… No mínimo teriam uma varinha
encantada, ou bola de cristal a lhes indicar o caminho, ou mesmo um falcão
com olhar que tudo vê!
Ah! Esses homens, então, deviam ser Sábios. Naquele tempo antigo, apenas
os homens sábios conseguiam ler o céu e conversar com as estrelas. Sim!
Definitivamente, eles eram sábios!
E o céu contou-lhes que, por aqueles dias, nasceria uma criança. Ela seria
muito amada por ricos e pobres, homens e mulheres, jovens e velhos, e seria
conhecida no mundo inteiro como “o rei dos reis.”
E o céu contou-lhes, também, que, perto do dia de seu nascimento, uma
estrela enorme brilharia no céu para lhes indicar a senda.
Assim partiram os Sábios, de seus distantes e exóticos países, em busca da
criança e da estrela, e se encontraram pelo caminho.
Onde você acha que esse rei nascerá? perguntou Gaspar, que vinha da Índia,
e levava de presente para o pequeno, um receptáculo, cheio de precioso
incenso, como prova de sua adoração.
Em algum palácio, no deserto! ponderou Baltazar, que vinha da Arábia,
trazendo num vaso de cristal, a perfumada mirra, simbolizando a imortalidade.
Mas eu já andei tanto por aqui e nunca soube de nenhum palácio nas
redondezas… retrucou Melchior, que estava vindo desde a longínqua Pérsia,
e trazia de presente para o menino, o mais puro ouro, em homenagem à sua
realeza.
Amigos, o céu nunca nos enganou antes, então, continuemos a viagem até
que a estrela apareça e nos guie ao local secreto. Confiemos na astronomia!
finalizou Melchior.
E assim os Sábios viajaram muito tempo pelo deserto, montados em seus
dromedários. À noite, acomodavam-se sobre tapetes coloridos, debaixo do
céu estrelado, e comiam tâmaras com mel, e nozes. Quando encontravam
algum oásis, aproveitavam para deitar-se à sombra das palmeiras, desatrelar
os animais, recolher água em seus cantis e refrescar o corpo nas nascentes.
E conversavam…conversavam…cada qual se vangloriando das belezas de
seu país, e fazendo conjecturas sobre os reais pais da criança. Seriam nobres
hebreus? Seriam romanos? Finalmente, numa noite de céu sem nuvens, viram
brilhar a estrela guia. Sua luminosidade era tão intensa, que desenhava no
chão de areia uma estrada de luz.
A estrela indica Belém! exclamaram em uníssono e puseram-se em marcha.
Caminharam a noite inteira, e, já com os primeiros raios da manhã, chegaram a um estábulo.
Olharam para o céu…a estrela desaparecera.
De onde, então, vinha tanta luz?
Aproximaram-se da tosca construção, e lá, deitada numa manjedoura,
transformada em berço, estava a criança. E brilhava…e brilhava tanto, que
os magos ajoelharam-se para adorá-la. E havia vacas, cães, ovelhas e
pastores, e também um pequeno burrinho à sua volta, apaixonados por aquele
bebezinho que emitia tanta luz. E, ao seu lado, uma jovem mulher, em trajes
muito simples: uma veste branca, de linho, encimada por um manto azul, e um
homem de mais idade, apoiado num cajado, amparando-a com o braço livre.
Ninguém pediu explicações. Ninguém emitiu um único som, para não assustar
o recém nascido, que, com sorriso aberto no rosto, dormia feliz em meio às
palhas e aos panos.
Todos entenderam aquele milagre!
(Ludmila Saharovsky)
(conto publicado no Jornal O Vale, de SJCampos, em 18 de dezembro de 2011)
Desejo à todos um Feliz Natal!!!
Adriana
domingo, 18 de dezembro de 2011
Bolo.
Hoje , domingo, quando acordei me deu uma vontade de fazer bolo, quando procuro os ingredientes, estão faltando ovos e chocolate granulado, lá fui eu para o super e ......
sairam do forno dois bolos deliciosos!
nega maluca e bolo de amendoim:
sairam do forno dois bolos deliciosos!
nega maluca e bolo de amendoim:
sábado, 17 de dezembro de 2011
Quadro de luzes!
Semana passada passeando pela internet eu me deparei com um quadro lindo, feito com luzinhas de natal.
Fiquei matutando a ideia, como eu já tinha a tela, as luzes e a ideia, coloquei tudo em prática e olhem só a minha mais nova arte, srsrsrr. Eu gostei, achei diferente, fica muito bonito à noite, dando os ares de abajur, deixando uma leve luz na sala, bem aconchegante.
A ideia veio desta postagem aqui: (http://www.danimoreno.com.br/2011/12/dia-11-luzinhas-enquadradas.html) do blog http://www.danimoreno.com.br/.
São minhas fotografias, foram tiradas aqui em casa, essa é a minha tela, oque acham?
Fiquei matutando a ideia, como eu já tinha a tela, as luzes e a ideia, coloquei tudo em prática e olhem só a minha mais nova arte, srsrsrr. Eu gostei, achei diferente, fica muito bonito à noite, dando os ares de abajur, deixando uma leve luz na sala, bem aconchegante.
A ideia veio desta postagem aqui: (http://www.danimoreno.com.br/2011/12/dia-11-luzinhas-enquadradas.html) do blog http://www.danimoreno.com.br/.
São minhas fotografias, foram tiradas aqui em casa, essa é a minha tela, oque acham?
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